Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
L.O.V.E.
That's how he makes me feel............ just happy!

i feel:
Domingo, 27 de Setembro de 2009
Disease.
O verdadeiro amor é uma doença. É ingénuo, cego, incapaz, indefeso. Baixas as guardas sem dares conta, entregas-te de corpo e alma ao abismo. É como saltar de uma falésia sabendo que lá em baixo há o tal que nos agarra, suporta, sustém. E se acabar? E se esse tal deixar de te agarrar? É por isso que devemos deixar de acreditar?
É impossível não ter esperança no amor. E o que vem a seguir é sempre maior, mais forte, mais capaz, mais completo. É o que nos move em frente. É cada vez mais ingénuo e de memória curta, porque sofremos da última separação e ainda assim arriscamos numa nova relação como se tivéssemos acabado de chegar ao mundo e o amor nos fosse apresentado pela primeira vez na sua forma mais pura.
Quem é capaz de amar verdadeiramente e não dizer que sim, é para sempre?! Quantos "para sempre" ouvimos durante a nossa vida? Quantos proferimos? Que doce engano é o amor. Quantos "amo-te" são ditos em vão, quantas promessas de amor fazemos? Quantas ouvimos?! E acreditamos, sempre... é ele, é o tal. Não consigo deixar de acreditar. O amor faz-nos parvos, alheios, crédulos, evadidos.
Quem não se sentir sem defesas quando ama é porque não ama com o coração, ama pela metade do todo que o amor é. Eu não sei amar pela metade. Amei com tudo. Eu ainda amo com tudo. Volto a dizer que é para sempre e a acreditar nos "amo-te" que me sussurram, ao ouvido, numa discoteca ou na cama. É indiferente. Amar durante uma hora. Amar durante um ano ou uma vida inteira. É indiferente. É amor. Não se quantifica nem qualifica pela duração. A racionalidade nada tem a ver com o amor. É amor. Doce, idílico, esperançoso, inocente, ingénuo... a melhor doença de que podemos padecer... a única que nos deixa morrer e renascer.
A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura!
Vítor Espadinha
i feel:
music: El kilo - Orishas
Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
Por amor.
Eu ainda acredito no para sempre. :)
i feel:
Quarta-feira, 29 de Julho de 2009
Reinvente-se o amor.
Hoje senti necessidade de me reinventar. De modificar os meus padrões de felicidade porque não se coadunam com o século em que vivemos, com o ritmo de vida nem com as personalidades daqueles com quem convivemos diariamente. Preciso reinventar um modo não-romântico de ser. Porque quem era romântico, deixou de ser. Porque os poetas já não falam de amor, porque os filmes românticos são clichês, porque as canções de amor são todas iguais... vazias, vazias, vazias...
E quem conheci assim, perdeu o encanto... hoje vivo paixões intensas, o mais intenso que tive, que vivi, que experienciei, mas fugazes, construídas em castelos de areia que se perdem com um sopro. Não posso negar que estas me fizeram sentir bem, viva, mais viva que nunca, que me fizeram perder o fôlego, perder horas de sono, sonhar acordada... mas daqui a 20 anos, não vão passar de boas memórias.
Tenho de aprender a não querer mais que isto, nunca mais... tenho de reinventar-me, uma versão não-romântica e quem souber a fórmula mágica, por favor, deixe-a aqui.
i feel: 
desacreditada